E cá estou eu, comendo strogonoff de nozes com stolen - o que sobrou da ceia de natal.
Confesso que fiquei um tanto intrigada com os presentes que ganhei. Primeiro um livro de poesias do Patativa do Assaré “Aqui tem Coisa”. Até aí tudo bem. Nada de anormal. Mas depois veio um livro que ensina como se livrar das saias justas - o que inclui os tópicos “como fingir um orgasmo”, “como lidar com um mau beijador”, “como saber se o pretê é um vigarista” e “como transar em lugares apertados”(!?). Acho que será um presente bem útil, na verdade.
Abri o outro embrulho e encontro uma antologia de poesias pornográficas(!). Presente perfeito ;c)
Depois “O Fotógrafo”, último do Tezza.
E um cd do Nando Reis.
Agora vou elaborar minha lista de promessas pra 2005.
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O almoço do dia 25 sempre rende histórias de birras familiares. Minha tia sempre faz alguma do tipo trazer um prato meio comido para a ceia, ou seja, resto da ceia dela. Mas esse ano ela inovou. Ao invés de trazer um frango pela metade, ela trouxe um chester seco com o peito comido. Chegou em cima da hora, para não precisar ajudar a arrumar as coisas na casa da minha vó, e saiu logo depois, para não ajudar a lavar a louça.
Mas a minha vó apavora:
“Ê Dalva, parece que foi adotada... é tão diferente dos outros da família...”
Quando eu ficar velhinha eu também vou falar tudo que vem à cabeça hohoho!
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Não estou esperando muito de 2005. Depois que eu consegui quebrar um tabu e mijar na rua pela primeira vez (hihihi), eu já não estou me importando muito com as coisas.
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Nossa, como sou trash.
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Tá, em 2005 eu espero ser menos trash.
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E um pouco mais hard core, talvez. Chega dessa vida café-com-leite.
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Afe.
Publicado em 25 de dezembro de 2004 às 23:28 por helena cogumelo