
Eram seis e trinta e sete da manhã quando ele me disse pelo walk-talk “Agora acabou.” Me levantei daquele sofá, na ante-sala do centro cirúrgico no hospital Cajuru um pouco atordoada.
Vinte e quatro horas.
Um novo chiado no aparelho. “Venham aqui pessoal, um paciente acabou de arrancar o catéter enquanto voltava da anestesia.”