página inicial do tipos

Receba por e-mail os posts de Palacete assobradado: RSS - Assine os feeds deste blog

Archives

You are currently viewing archive for October 2005

30 October 2005

Reproduzindo


Elogios na presença de um strobo realmente não funcionam.
Nem mesmo vindos de pessoas fodas.

Qual é mesmo teu nome?

19 October 2005

Questã


Por que as pessoas insistem em querer que eu verbalize coisas que quero manter no plano dos sentimentos inaudíveis?

12 October 2005

Dia das crianças


Quero ganhar uma Romiseta.

09 October 2005

Fusca refresco



BrinqFresco

Comprei no supermercado!
Fotografei com a webcam!


08 October 2005

As frutas mais incríveis do mundo


Por que a banana nanica tem esse nome, já que é maior que a banana maçã que, justamente por isso, teria o direito de receber o nome de “nanica”? Esta é uma questão que vem afligindo os brasileiros desde o início da criação das nomenclaturas populares das espécies de banana.


Caros, bem explico-vos no texto que se segue.

A nomenclatura de banana nanica para a espécie de maior tamanho entre as bananas é perfeitamente compreensível levando-se em conta o contexto histórico da formulação de tal atribuição adjetiva.

A história toda iniciou-se quando o compositor João de Barro, ao sugerir que se utilizasse o existencialismo como tema de uma marchinha de carnaval, compôs Chiquita Bacana com Alberto Ribeiro. A imprensa da época fazia ampla referência ao existencialismo - Sartre, Camus, Simone de Beauvoir e, principalmente, o lado não-científico do movimento, que abrangia os “existencialistas” boêmios, habitués das caves parisienses e seus costumes exóticos.

A marchinha Chiquita Bacana, como sabemos, trata de uma moça da Martinica que se veste com uma casca de banana nanica. Não usa vestido, não usa calção, inverno pra ela é pleno verão. Existencialista com toda a razão, Chiquita só faz o que manda o seu coração.

A história por trás da história, que ninguém conta, é que “os existencialistas” e seus costumes exóticos chamavam a atenção da opinião pública e dos cidadãos de bem da época, defensores da moral e dos bons costumes, que ficavam horrorizados com o comportamento libertino de tal corja de botequeiros cirróticos adoradores da Chiquita.

Mas fato é que a marchinha fez amplo sucesso nos três carnavais seguintes e a moda da banana nanica alastrou-se pelo país como a febre do feno. Os cidadãos de bem, ao observar a influência de tal mau exemplo para as môças de família, buscando minimizar a euforia masculina causada pela vestimenta de Chiquita, exigiram que a tal casca de banana nanica ficasse a no mínimo quatro dedos abaixo do joelho - o que era impossível para a então banana maçã, a verdadeira nanica.

Os cidadãos de bem exigiram que a banana caturra assumisse a alcunha de “nanica” para que as môças de família passassem a usar cascas de bananas suficientemente grandes para que encobrissem suas partes mais chamativas.

Um decreto do Presidente da República tratou de resolver o impasse e mudar o nome da banana nanica para banana maçã e o nome da banana caturra para banana nanica (de quebra, o decreto também proibiu o uso do maiô de duas peças).

E assim nasceu um dos maiores contra-sensos envolvendo nomes populares de frutas, ao lado dos casos da fruta-pão e do tomate-na-seção-de-verduras.

Helena Santana, 22, é jornalista e adepta da alimentação saudável. Publicou uma série de resenhas sobre o incrível universo de cada fruta.

04 October 2005

...


- Novidades?
- Sim, por favor.